Abril abriu com a perspectiva da nova sede e muita, muita chuva. A vila ficou cerca de seis dias sem energia elétrica. Voltamos à era das velas, falta de geladeira, televisão, rádio, comunicações prejudicadas. Ruas enlameadas, acessos para a parte alta da vila forma se desmanchando. Em certo momento começou a preocupação com a possibilidade da falta de água e mesmo de comida,pois, sem refrigeração, ou se consumia rapidamente o alimento ou ele se estragava.
Quando a chuva dava uma trégua nos reuníamos debaixo do jamelão – aliás, carregadíssimo – no terreno do Cantagalo. Mais de uma vez o toró caiu e era criança para todo lado, correndo para casa.
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Quando a chuva dava uma trégua nos reuníamos debaixo do jamelão – aliás, carregadíssimo – no terreno do Cantagalo. Mais de uma vez o toró caiu e era criança para todo lado, correndo para casa.
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